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Workflow ou agente de IA: como decidir

Uma árvore de decisão para escolher entre regras, IA dentro do workflow e um agente com autonomia limitada.

Árvore de decisão

Use o menor grau de autonomia que resolve a variação real.

  1. 01
    O caminho pode ser descrito em regras?Sim → workflow determinístico
  2. 02
    Uma etapa exige interpretação?Sim → IA localizada no workflow
  3. 03
    O sistema precisa de escolher ferramentas ou passos?Sim → considerar agente limitado
  4. Gate
    Há controlo, avaliação e reversibilidade?Não → reduza a autonomia antes de avançar
A árvore não recomenda agentes por defeito. Cada salto de autonomia exige uma necessidade observável e um controlo adicional.

Um agente pode escolher ações e usar ferramentas com base no contexto. Essa flexibilidade é útil quando o caminho varia; também aumenta o espaço para decisões inesperadas. Se uma sequência previsível resolve o problema, um workflow explícito costuma ser mais barato de testar, observar e corrigir.

Comece pelo grau de variação

Liste os caminhos reais do processo. Se as entradas são estruturadas e as exceções podem ser descritas em regras, comece por automação tradicional. Se uma etapa exige interpretar texto, imagem ou intenção, use IA nessa etapa sem entregar o controlo do fluxo inteiro.

Considere um agente quando o sistema precisa de selecionar ferramentas, decompor um objetivo ou adaptar a sequência a contexto que não pode ser antecipado em regras razoáveis.

Três arquiteturas

Workflow determinístico

Cada passo e condição estão definidos. É adequado para sincronizações, notificações, validações e transformações estruturadas. O comportamento é previsível e os erros são mais fáceis de localizar.

IA dentro do workflow

O fluxo permanece explícito, mas uma etapa classifica, extrai, resume ou gera. Deve existir validação de formato, limiar de confiança e caminho de exceção.

Agente limitado

O sistema pode escolher entre ferramentas ou passos aprovados. Limite permissões, orçamento, número de iterações, dados disponíveis e ações irreversíveis. Registe decisões e resultados.

Perguntas de decisão

  1. O caminho muda de forma difícil de antecipar?
  2. A decisão pode ser revertida?
  3. Existe uma métrica automática para avaliar o resultado?
  4. Que ações exigem confirmação humana?
  5. Qual é o custo máximo de uma execução defeituosa?
  6. Conseguimos reproduzir o contexto que levou à decisão?

Se as respostas a controlo e observabilidade ainda forem fracas, reduza a autonomia antes de aumentar a inteligência.

Fontes